PL 6477/2019Projeto de lei (cria ou muda uma lei)

Proibição de trabalhar com crianças para condenados por crimes sexuais

Propõe que quem for condenado por crime sexual contra crianças ou adolescentes não possa exercer atividade profissional ligada a esse público.

Autoria: Lucas RedeckerApresentada em 09/05/2024Fase: Esperando um relatorTemas: Assistência social e família · Segurança pública e crimes

O que muda

Com a propostaA proibição de exercer atividade profissional ligada a crianças ou adolescentes passa a ser um dos efeitos da condenação por crime contra a dignidade sexual desse público.
Resumo em linguagem simples feito a partir do texto oficial. Como escrevemos

Quem é afetado

Pessoas condenadas por crimes contra a dignidade sexual de crianças ou adolescentes
Crianças e adolescentes
Empregadores e instituições que atuam com crianças e adolescentes

Onde ela está

  1. 10/05/2024Chegou da Câmara dos Deputados
    Texto oficialAutuado o Projeto de Lei nº 6477/2019, proveniente da Câmara dos Deputados. O projeto vai à publicação.
  2. 22/05/2024Enviada para análise na CDH
    Texto oficialA matéria vai à CDH e posteriormente à CCJ.
  3. 16/05/2025Entrou na pauta de votação da CDH
    Texto oficialMatéria constante da Pauta da 26ª Reunião da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, agendada para o dia 21/05/2025.
  4. 21/05/2025Aprovada na CDH
    Texto oficialNa 26ª Reunião Extraordinária, realizada nesta data, a Senadora Damares Alves passa a presidência ao Senador Paulo Paim. Na sequência, a Comissão aprova o relatório, que passa a constituir o parecer da CDH favorável ao Projeto.
  5. Desde 22/05/2025Agora: Aguardando designação do relator (sem movimentação há 531 dias)
  6. PróximoUm relator é escolhido para analisar a propostaO relator estuda o texto e recomenda aprovar, mudar ou rejeitar.

Como cada estado opinou

% de sim entre quem votou · dados oficiais do Senado
MG0% · 1
RJ100% · 1
Proibição de trabalhar com crianças para condenados por crimes sexuais50% sim · 2 opiniões
Compartilhar no WhatsAppOpinar no Senado