PL 167/2026Projeto de lei (cria ou muda uma lei)

Delegados poderiam decretar medidas protetivas contra agressores

Projeto altera a Lei Maria da Penha para permitir que delegados de polícia decretem medidas protetivas de urgência contra agressores.

Autoria: Wilder MoraisApresentada em 03/02/2026Fase: Pronta para votar na comissãoTemas: Assistência social e família · Segurança pública e crimes · Justiça e direitos · Direitos humanos e minorias · Defesa e soberania

O que muda

Com a propostaDelegados de polícia passariam a poder decretar medidas protetivas de urgência contra agressores.
Resumo em linguagem simples feito a partir do texto oficial. Como escrevemos

Quem é afetado

Mulheres em situação de violência doméstica
Agressores
Delegados de polícia

Onde ela está

  1. 03/02/2026Apresentada no Senado
    Texto oficialAutuado o Projeto de Lei nº 167/2026. O projeto vai à publicação.
  2. 06/04/2026Enviada para análise na CDH (decisão final na comissão)
    Texto oficialA presente matéria vai à CDH, seguindo-se à CSP e, após, à CCJ, em decisão terminativa, nos termos do art. 91, I, do Regimento Interno, podendo receber emendas perante a primeira a comissão do despacho pelo prazo de cinco dias úteis, nos termos do art. 122, II, “c”, do Regimento …
  3. 22/04/2026Relatoria com Senador Alessandro Vieira na CDH
    Texto oficialDistribuído ao Senador Alessandro Vieira, para emitir relatório.
  4. Desde 25/09/2026Agora: Pronta para a pauta na comissão
  5. PróximoVotação na CDHEsta comissão dá a palavra final no Senado, sem passar pelo Plenário (salvo recurso).

Como cada estado opinou

% de sim entre quem votou · dados oficiais do Senado
SP98% · 46
MG94% · 18
RJ100% · 16
PR100% · 12
SC100% · 11
DF63% · 8
RS100% · 6
PE100% · 6
PA100% · 4
TO100% · 3
ES67% · 3
MA67% · 3
Ver os outros 12 estados
AC100% · 3
MT100% · 2
MS100% · 2
CE100% · 2
RN50% · 2
SE50% · 2
PB100% · 2
GO100% · 2
PI100% · 1
BA100% · 1
AP100% · 1
AM100% · 1
Delegados poderiam decretar medidas protetivas contra agressores94% sim · 159 opiniões
Compartilhar no WhatsAppOpinar no Senado